quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Agradecer...

Agradecer por esse ter sido um ano bom, em tese.
Boas experiências, boas pessoas, bons lugares, boas coisas.
Agradecer pelas coisas ruins também, que me ensinaram que paciência é tão necessário quanto qualquer outra coisa.

Olhar para o céu e agradecer por... por estar aqui ainda.
Agradecer por eu ter um discernimento, mesmo com falta de foco, mesmo com falta de ânimo, mesmo estando aqui sem saber porque estou aqui.

Agradecer, estar sozinha e refletir, olhar para dentro e procurar um sentido para o que aparentemente não tem.

Agradecer, pedir paciência, agradecer, fortalecer, agradecer, ter fé, agradecer.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Sidney disse

Fã convicta de Sidney Sheldon. (Sim, eu sou)
Se não souber o que me dar de presente, me dê um livro dele; mas me consulte antes para saber se eu não já tenho! Rs
Vou transcrever um trecho do livro que estou lendo, onde tem uma situação na qual eu me identifiquei - nas partes destacadas.


"Ela se levantou para sair. Grace se conteve para não se jogar nos braços dela e implorar perdão. Por dentro, sua garganta estava rouca de tanto gritar: Não me deixe aqui! Não afaste John de mim. Ele é minha única esperança. Por favor! Por fora, ela manteve a boca bem fechada, com medo de que, se abrisse, os gritos nunca mais parassem."
(SHELDON, Sidney; Depois da Escuridão; P. 144, L. 5)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Sobra Tanta Falta...


Adotando o título da música do Teatro Mágico, porque foi o que me veio a mente neste exato momento.

Você sabe que falta algo, claro que sabe. Mas a questão é: O QUE?
Você quer mostrar para o mundo quem você realmente é, mas as simples regras sociais da vida não permitem.
Você chega em casa de noite e só o que quer é deitar na sua cama e chorar no seu travesseiro.
Você liga o som e coloca uma música chorosa bem alto e canta junto, ou não. Ou apenas chora, ou nem chora.
Você fica triste e não sabe o por quê.
Você encontra pessoas e se encanta por elas, e isso as vezes pode não ser o certo. Ou não.
Você se desencanta com pessoas quando começa a ver o que elas realmente são.
Você tem medo de muita coisa, e muitas vezes não sabe de quê.
Você as vezes gosta de ouvir aquela música somente para pensar sobre a vida, ou para fantasiá-la. Tanto faz, deveras.
Você sente aquela melancolia as cinco da tarde.
Você pensa que tudo isso só acontece com você.

Mas num mundo de 7 bilhões de pessoas, pelo menos 1 pessoa e meia, ou 1 pessoa, ou até mesmo 1/2 pessoa deve se sentir como você. E deve saber exatamente o quão difícil é enfrentar a vida todos os dias de uma forma tortuosa... Mas não é proposital. As vezes você acorda dizendo que vai ficar muito sério(a) no dia seguinte, mas as circunstâncias e as pessoas maravilhosas (ou não) que você tem e leva consigo fazem com que no mínimo você dê um sorriso verdadeiro.
Mas será que não é somente isso que importa? Os grandes filósofos, pensadores e escritores diriam que sim. E eu também. Mas parece que falta alguma coisa, sobra tanta falta!

Será que é porque ainda não descobrimos o verdadeiro valor do que temos em mãos, do que temos no coração? Será que é porque não nos encontramos? Será que é porque nos achamos mas estamos no lugar errado?
Por que as vezes nada faz sentido mesmo com tudo em seu lugar? Será que é este mesmo o devido lugar do "tudo"?

Tantas questões, poucas respostas...

E é assim, nos questionando, que chegamos a conclusão de que é preciso VIVER para termos as respostas... Ou pelo menos para esquecer as perguntas.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Doce Vendaval

E você se vê não mais em meio a devaneios, e sim a um vendaval.
Sua cabeça não se foca mais em nada, você não pensa mais em nada, faz tudo sem pensar. Nada mais faz tanto sentido assim, qualquer coisa serve, tanto faz.

O que era um absurdo, pra você hoje em dia é casual. Isso é certo?
O que te chatiava profundamente hoje você só olha apaticamente e respira fundo, e nem comenta com ninguém depois, deixa pra lá.
Deve ser porque assim é o menos trabalhoso: deixar para lá.

Você prefere estar sozinho, com seus botões, pensando sobre o que é e o que vai ser. Ou não ser.
É assim com todo mundo?

Eu espero que um dia, de verdade, o sol se abra em meios as nuvens negras de pensamentos. Espero sim. E também espero que esse passageiro sombrio nunca transpareça em mim, e que eu possa passar para as pessoas sempre uma energia positiva. E ainda assim, goste de mim quem quiser, goste de você quem quiser.

É algo quase sutil, um doce vendaval...

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Chuva bate na janela... do vidro do ônibus

Rapaz... A chuva não está perdoando Salvador. Será que é porque o fim do mundo foi adiado para amanhã? Pode ser né? Mas eu nem sei se irei para o fim do mundo, a minha agenda está cheia e estou cansada de sempre rolar convites para o fim do mundo, eu esperar e não ter nada. Não que eu queira que o mundo acabe (JAMÉ), mas...

Então, queria falar sobre o ônibus do demônio, o Ondina.
Imagina como está então aquela desgraça de meio de transporte? Gente, é muita gente, é muito gás carbônico pra pouco oxigênio! Graças a meu bom Deus não precisei pegar aquela belezinha nunca mais... E se tiver, só se for caso de dinheiro ou vida ou morte.
Hoje eu não fui para a aula porque né... E o meu ônibus saiu vazio! (segundo minha amiga aqui). A chuva tem seu lado mais ou menos bom, como vocês podem ver. Mas com o ÔNIBUS DO DEMÔNIO, isso não funciona.
Caraca, a miséria do ônibus tem um vidro brutalmente fumê (todas, eu disse TODASS as janelas), e que só abre até UM PALMO. Ou seja: POBRE, MORRA CEGO E SUFOCADO.
E eu não sei que caralho é que as pessoas fazem naquele ônibus. Tudo bem que ele roda praticamente a cidade toda! Mas as pessoas poderiam muito bem pegar os ônibus de seus lugares específicos! Por que ninguém pega Terminal da França? Só porque o ônibus tem um monte de peixe, galinha, gaiola e milho? Isso não vai te aflingir tanto quanto a população inteira da cidade dentro de um meio de transporte. Por que ninguém pega o Campo Grande? PORQUE É MEU ESSA PORRA SE O POVO COMEÇAR A MIGRAR EU SOLTO UMA BOMBA.
Por que não pegam LAPA? Sim, pegam Lapa.
E o Barra? Também pegam, só que com menos intensidade.
O Ondina serve pra quem quer ir para: Terminal da França/Comércio, Av. Sete, Campo Grande, Barra, qualquer lugar da Suburbana de Periperi em diante, Lapa (só anda um pouquinho).

Enfim, eu não quero nem imaginar como está AQUILO nesses tempos de chuva. Os aromas devem ser diversos, e os DIÁLOGOS também. Imagina o tanto de senhoras que deve ter agora querendo enfiar a tesoura nos fiscais tarados? UHAHUAHA
Não quero nem saber! rs

E teve boatos de que o Itaigara (outro onibus) também está no mesmo nível do Ondina. Mas, ACHO QUE NÃO HEIN! Nada é pior. Nem o mármore do inferno, porque em dias quentes, o mármore do inferno se chama: Ondina via Graça!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Absolutamente Nada

Tudo tá tão igual... assim como eu deixei.

A chatice está de volta.
É chato sentir que tudo a sua volta se torna chato.

Ah, nunca mais precisei pegar o ônibus do demônio...
Até peguei um dia aí, levei cusparada e tudo... olhei para um lado, uma véa com catinga; para o outro, um véio com perfume (?) de laranja. Mais uma vez me vi uma personagem da Guernica de Pablo Picasso. É.

Chegando fim do ano e estresse também.

É ruim quando as sombras voltam, não é? E mais ainda quando novos fantasmas chegam...
Bom, hoje foi totalmente inútil. Tanto a postagem quanto o dia.
Só pra não dizer que não postei.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Pensamentos de Vento

Hoje não foi um dia bom.
Na verdade, nenhum desses têm sido. Há exceção de momentos, claro.
E mais uma vez, na verdade, não é uma coisa de dias... é algo de meses, anos.

Não tenho me permitido escrever mais coisas assim... Mas por não ter muito com quem falar sobre isso, prefiro vir e manifestar por incontinência verbal, que hoje não será incontinência verbal.

Rir, fácil.

"Se vestir" para o mundo, mais ou menos fácil.

Difícil sim é se esconder todo dia